Cada entrega vai SEMPRE assinada e, ALÉM DISSO, pode levar um header estático (um token fixo num header próprio, ex. X-Connect-Token) se você ativá-lo no seu endpoint. Não são modos excludentes: você escolhe como validar.
Header estático — mais cômodo e mais fraco. Sobre HTTPS prova que quem chama conhece o token, mas NÃO verifica que o corpo não foi alterado, nem impede um replay. É a opção para ferramentas sem código (n8n/Make/Zapier), que o validam com a sua autenticação nativa por header.
Assinatura HMAC — verifica a integridade do corpo E o anti-replay (o timestamp vai dentro do HMAC). Exige escrever um pouco de código. É a garantia forte.
Escolher comodidade está bem; escolhê-la sem saber o que se perde, não. Se puder, valide a assinatura; se usa no-code, ative o header estático e valide-o com a sua ferramenta.
# Static header check on the server that RECEIVES the webhook.
# Connect sends your token in the "X-Connect-Token" header on every delivery.
# Compare it in CONSTANT time against the token you stored.
# if [ "$http_x_connect_token" != "$YOUR_TOKEN" ]; then reject 401; fiO header se chama como você quiser (padrão X-Connect-Token), NUNCA Authorization. Você o gera/gira no seu endpoint (Webhooks) e ele é mostrado UMA única vez.
Compare o token em tempo constante (como abaixo). O exemplo de verificação de assinatura está em 'Verificar a assinatura'.